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Juiz de Fora, 31 de Outubro de 2014

1 APARELHOS MÓVEIS

Os aparelhos móveis são como o próprio nome diz, aparelhos que não são fixos ou colados aos dentes. Os aparelhos móveis são também conhecidos como aparelhos funcionais. Quando indicados corretamente podem auxiliar no tratamento de algumas maloclusões específicas, como é o caso da Classe II divisão 1 (situação onde o paciente se encontra com os dentes superiores muito projetados e que cobrem quase totalmente os dentes inferiores). Entretanto, ao contrário dos dispositivos fixos, que permite ao ortodontista ter maior controle sobre o tratamento, os aparelhos removíveis somente funcionarão se o paciente for muito colaborador e utilizar o aparelho o máximo de tempo possível.

 



São dezenas, talvez centenas os tipos e modelos de aparelhos removíveis, cada um com características próprias. Existem entretanto quatro aparelhos que são mais comumente utilizados. São eles:

· Aparelho funcional do tipo ativador
· Aparelho funcional do tipo Bimler
· Aparelho funcional do tipo Fränkel
· Aparelho funcional do tipo Twin Block


Todos esses aparelhos são indicados para pacientes jovens e em crescimento. Funcionam através de um mecanismo no qual a mandíbula e seus dentes são posicionados mais à frente, ao mesmo tempo em que exercem pressão no sentido contrário na maxila e seus dentes.

 

2 APARELHOS FIXOS

Os aparelhos fixos estão entre os aparelhos mais antigos e estudados que existem.

Os aprelhos do tipo fixo recebem este nome por serem presos aos dentes através de cimentos especiais. Consistem basicamente de:

1. Brackets

2. Bandas

3. Fios

4. Elásticos



Antigamente, eram "anelados" a cada dente, entretanto, com o advento das modernas técnicas de colagem, são, atualmente, pequenos e muito mais discretos. A maioria dos aparelhos fixos é feita de aço inoxidável, assim como os fios. Existem entretanto fios chamados de "modernos" que são compostos de níquel, titâneo, cromo, cobalto,molibideno e outros materiais e ligas metálicas.


Existem diversos tipos de aparelhos, com origem em diferentes técnicas e filosofias de ortodontia. Entretanto, os aparelhos fixos têm em comum a capacidade de controlar totalmente a movimentação dentária, permitindo, ainda, que pequenos detalhes sejam feitos artisticamente pelo ortodontista, o que confere a cada caso uma individualização única, ou seja, o ortodontista pode movimentar sutilmente os dentes através de dobras no fio para encontrar a posição ideal de cada dente.

 

3 APARELHOS EXTRA-ORAIS

Os aparelhos extra-orais são comumente empregados para auxiliar na correção de uma série de problemas ortodônticos. Os aparelhos extra-orais são de vários tipos e, ao contrário dos aparelhos fixos, dependem totalmente da colaboração do paciente para que funcionem. Os aparelhos extra-orais são também conhecidos como aparelhos de ação ortopédica por auxiliarem no controle do crescimento dos ossos da face. Os mais comuns são:


· Extra-oral tração cervical
· Extra-oral tração alta
· Mentoneira
· Tração maxilar

O aparelho extra-oral de tração cervical é o mais utilizado pelos ortodontistas. Ele funciona exercendo uma força sobre os dentes posteriores da maxila, com o intuito de movimentar esses dentes para trás e também para controlar o crescimento da maxila. Ele é encaixado na extremidade intra-oral aos tubos dos molares superiores e na sua extremidade extra-oral a elásticos, que são então "esticados" pelo paciente até a tala cervical no pescoço. Exerce assim uma força horizontal na maxila do paciente.

O aparelho extra-oral de tração alta é muito semelhante ao cervical, sendo diferente apenas no ponto de aplicação de força dos elásticos, que está localizado próximo às orelhas. Ao contrário do extra-oral cervical, a direção de aplicação de força deste aparelho é no sentido vertical, permitindo um maior controle do crescimento, quando assim for necessário.

A mentoneira é um modelo de aparelho utilizado para a contenção de crescimento da mandíbula. Quando prescrita no momento adequado, a mentoneira é um excelente auxiliar para controlar o excesso de crescimento deste osso, diminuindo a projeção do queixo e auxiliando na manutenção de um perfil facial mais agradável.

Máscara facial

A máscara facial é utilizada em alguns casos onde existe uma deficiência esquelética maxilar. Apesar de não ser utilizada com freqüência, é um excelente auxiliar para corrigir mordidas cruzadas anteriores e as relações faciais características da Classe III, onde a mandíbula se encontra com tamanho normal, mas a maxila é pouco desenvolvida.

 

4 APARELHOS ESTÉTICOS

Nos últimos anos a ortodontia evoluiu muito no que diz respeito aos materiais estéticos. Com o advento da colagem, não é mais necessário "bandar" cada dente individualmente para se montar o aparelho. Atualmente, os brackets que compõem os aparelhos estão cada vez menores e mais discretos e os brackets estéticos aparecem como a última novidade.

Os aparelhos estéticos representam uma alternativa para os pacientes que não querem ter um sorriso metálico durante o período de tratamento. A maioria dos aparelhos estéticos é feita de cerâmica ou diferentes compostos plásticos, o que confere a cada tipo, características únicas, que devem ser levadas em consideração na hora da escolha.

Apesar de seu grande apelo, os aparelhos estéticos devem ser utilizados por ortodontistas familiarizados com as técnicas específicas para cada modelo de aparelho, pois existem cuidados inerentes a eles que não existiam com os braquets metálicos.

Acesse o link abaixo e observe o efeito do aparelho transparente sobre o sorriso. Quase não é possível enxergá-lo. Percebe-se apenas o fio metálico.

 

5 APARELHOS CONTENÇÃO

Após o tratamento ortodôntico, é necessária a utilização de dispositivos que mantenham os dentes nas suas posições. Esta etapa do tratamento é chamada de contenção. Na maioria dos casos, ao final do tratamento, os pacientes recebem uma contenção móvel (aparelhos móveis) que deve ser utilizada durante a noite, ou uma contenção rígida, que é colada na parte detrás dos dentes. A escolha por dispositivos fixos ou móveis é determinada de acordo com cada caso, dependendo do potencial de rescidiva da correção ortodôntica.


 
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